Por que você não quer mais ir à igreja?
Resenha crítica da obra: “Por que você não quer mais ir à igreja?”
Terminei meu primeiro livro de 2010. Já vou logo adiantando que o livro não é uma apologia aos que criticam a instituição de forma banal, é, antes sim, uma linda análise da essência do significado de ser igreja. Por isso prefiro o título em inglês que, numa tradução rápida seria: “Então, você não quer ir à igreja nunca mais.” prefiro porque reflete melhor o centro da discussão que você não precisa ir a lugar algum para estar na igreja ou ser igreja nos moldes de Cristo.
Recomendo a leitura e a análise de uma forma devocional. Sei que aqueles que porventura estiverem passando por crises na instituição, feridos e perseguidos encontrem nele alívio e cura, mas também a possibilidade de partir para um extremo nada bíblico que é o de dizer, como li num post por aí: “- Isso mesmo, não vou mais a igreja porque não quero ser controlado por ninguém e não quero prestar contas para ninguém”. Este com certeza, ou não leu o livro, ou o fez de forma desatenta e preconceituosa. o livro não incentiva à pratica do isolamento, mas questiona a que preço e que valor tem um relacionamento baseando no compromisso e não no amor.
Pra não estragar a leitura de vocês eu ainda diria que é uma ficção, com direito a encontros e desencontros, em forma de narrativa, uma análise de um caso mais comum na igrejas e com os pastores do que imaginamos e que vale a pena lê-lo com atenção. Observai de tudo!
pr Osmar.




















Ainda estou lendo o livro, no momento estou no capítulo 9, concordo plenamente com sua resenha Osmar. Sou um daqueles que está passando por crises na instituição, como você descreve. Curiosamente, achei o livro em uma prateleira de supermercado em meio a um monte de livros de auto ajudo, que eu particularmente despreso. Confesso que comecei a leitura com o receio de que fosse apenas um caça níquel atrelado ao sucesso da obra “a cabana” de Willian P. Young, já nos primeiros capítulos vi que estava enganado. A postura defendida pelo personagem João na obra pode ser defenida como revolucionária, pois vem na contramão de daquilo que tem sido a base de muitas igrejas. Eu vinha já há um tempo tendo dificuldade em encontrar “espaço” na igreja, venho passando por alguns problemas, e nos momentos mais difíceis eu me vi sozinho. Busquei erroneamente o auxilio de pessoas da igreja. A maioria delas queria apenas me convencer de que o meu sofrimento era causado apenas por eu estar de alguma forma subvertendo o modelo pré estabelecido. Foi o ponte de partida pra eu começar a me remoer em culpas e me sentir separado de Deus e alheio ao seu amor… A leitura do livro veio apenas despertar algo que já estava dentro de mim, a certeza de que Deus não tinha me abandonado e de que o meu conflito era com a instituição e não com seus membros ou com minha fé. Recomendo o livro pra estiver passando por questionamentos semelhantes e principalmente para aqueles que já estão conformados com o modelo. Obrigado Osmar!
P.S. Leiam Romanos 12:2. Abraços!
Muito bom seu comentário José Bruno. Creio que muitas pessoas estão passando pelas mesmas experiências que você e sendo alcançados pelas páginas deste livro, um abração!
amados graça e paz
gostaria de deixar meu comentario, ganhei este livro de um amigo de trabalho e confesso a voces que muitas coisas que tenho visto nesse livro tem sido o retrato de muitas pessoas e igrejas.
hoje a igreja de cristo vive um momento bastante delicado e cheio de mudanças aonde muitas vezes podemos observar que a verdadeira essencia do cristianismo ja nao existe mais.
mas graças a deus que deus em sua infinita misericordia tem trazido luz para meus questionamentos e vejo que muitos deles eu estou no caminho certo.
hoje as pessoas ja nao se amam mais nas igrejas , ja nao tem mais tempo para ficar juntos como familia ou ate mesmos como irmaos.
e necessario como ja dizia carlinhos felix … voltar ao inicio de tudo e encontarmos com o senhor. rever conceitos e valores… reconstruir.
o livro e muito bom nos mostra que muitas vezes a verdadeira essencia de servir o senhor nao esta em grandes coisas .
leiam e muito bom ,,,
eu nao gostei nao tem nenhuma acao que coisa chata
O livro foi o toque final que me faltava para romper com o sistema judaizante que governa o cristianismo atualmente. Associado a outras muitas leituras e pesquisas de homens de Deus que tem nos falado nesses dias, como Phillip Y., Frank Viola, e outros centenas, temos vivido no seio familiar, momento de grande experiencia na vida do Reino! Não lamento o tempo perdido (5 decada, pastorado, etc), pois como Paulo, “não fui rebelde a visão celestial”. Leia, indique, é tempo de tomar posição, vem chegando a hora da ceifa!
GRAÇA E PAZ,
LI O LIVRO HOJE… GOSTEI DA LEITURA QUE FIZ,
TIREI BASTANTE PROVEITO E GUARDEI O NECESSARIO.
É UMA LEITURA QUE NOS ENRIQUESSE, MAS COMO DESCRITO NA RESENHA,
PODE SOMAR COM MAS INTERPRETAÇOES…
CONTUDO,´O IMPORTANTE É NUNCA FUGIRMOS DA ESSENCIA DE TUDO, O AMOR DE DEUS!
INDICO A LEITURA!
Graça e paz a todos!
Li o livro, ganhei de presente de uma amigo que está passando por uma crise com a instituição da qual fazia parte. Ele me presenteou com o mesmo por nos comparar aos personagens que aparecem na obra.
Testemunhando um pouco…
Há 6 anos atrás estava num grande dilema… sou filha de pastor, na época meu pai pastoreava uma congreção no Rio de Janeiro, cuja bandeira denominaional é muito conhecida. Por muito tempo vi meu pai sofrendo por pregar o “Evangelho do Rei”, evangelho este que o próprio Cristo pregou, que decreta o fim do governo do “eu” e institui o governo de Cristo na vida de todos aqueles que receberam Jesus não apenas como salvador, mas como Kyrus que é Senhor, dono! E era chamado de “pastor cabeça de prego” porque não se “contextualizava” com o mundo moderno… Rm 12:2 sempre esteve latente em nossa cabeça, eu e meus irmãos crscemos vendo exemplo dentro de nossa casa, papai tinha autoridade ao pregar, pois, praticava o que pregava. Nossa casa sempre esteve aberta, recebiamos os irmãos… mas em mim faltava algo.
Não perdia “1 culto” sequer, tinha cargo na igreja, partipava de todos os “ministérios” que existiam… mas ainda assim sentia um vazio…
Orei ao Senhor e disse que se minha vida com Ele se resumisse em ir a igreja apenas, eu estava fora… E Ele de forma clara, doce e gentil trouxe-me revelação de Seu Reino, minha vida não era governada por Ele, estava “na igreja” por conveniência, Ele me mostrou que não me queria na igreja, mas sim que eu fosse parte da Igreja. Ele nao habita em templos feito por mãos humanas (At. 7:48), mas em corações que o recebem…
Hoje tenho vivido por meio da vida de Cristo, sendo governada por Ele com auxilio de parte da Igreja que se reune em Fortaleza-CE, me sujeitando ao corpo de Cristo.
Jesus nos deixou um modelo, a igreja primitiva reunia-se de casa em casa no partir do pão, tendo tudo em comum e dia a dia o Senhor ia acrescentando os que iam sendo salvos. At. 2:46,47
A questão não é se me reúno em templos ou em casa, e sim se meu coração é totalmente do Senhor.
Quem quiser… Ele nao obrigou ninguem a nada, mas disse… “quem quiser vir após mim, a si mesmo se negue, tome sua cruz e siga-me, quem quiser, pois, salvar sua vida, perde-lá-á, mas quem perder a vida, por causa de mim e do evangelho, salvá-lá-á. M 8:34,35
E então vai encara?!
Deus abençoe!!!
Estou pensando em presentear o livro para o meu de 18 anos, o mesmo anda distante dos caminhos de Jesus. creio que sera um otimo presente, me aconselhe…